• Dr. Edson Missau Jr.

Seios assimétricos: Como corrigir?


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Você desconfia que seus seios sejam assimétricos – desiguais – e isto te causa certo incomodo? Saiba que você não é a única! Boa parte das mulheres têm seios assimétricos por natureza, assim como outras partes do corpo, e isso é completamente normal!


Mas mesmo a assimetria não sendo necessariamente um problema, quando o assunto são seios assimétricos isto pode afetar a autoestima das mulheres, inclusive quando a assimetria é notória por causas diversas.


Características como mamas muito separadas, juntas demais ou uma maior que a outra sempre aparecem como queixas no consultório. Mas, afinal, é ou não é possível melhorar o aspecto das mamas e deixá-las mais simétricas com a Cirurgia Plástica?


Em primeiro lugar, deve-se entender que é NATURAL o aspecto levemente lateralizado das mamas, especialmente em quem tem o tórax mais largo e menor volume mamário. Assim, enquanto algumas mulheres apresentam naturalmente os seios bem acolhidos, que ficam “juntinhos” dentro do sutiã ou do biquíni, outras pacientes têm, por uma questão fisiológica e de formação corporal, os seios mais separados, com um espaço médio a grande entre as mamas.



Como melhorar seios muito separados?


Se você é do time que apresenta mamas muito separadas e que se incomoda com essa característica, é importante procurar um cirurgião plástico para avaliar se é ou não possível amenizar a queixa no seu caso.


De maneira geral, alguns tipos de próteses mamárias – de modelos e volumes específicos – podem sim melhorar um pouco o aspecto das mamas separadas, deixando-as levemente mais centralizadas. No entanto, é fundamental manter expectativas realistas em relação aos resultados e ao seu tipo de corpo.



E as mamas muito próximas?


Na contramão de quem deseja aproximar os seios, outras pacientes sofrem com as mamas coladas em demasia. A chamada simastia é uma condição, que pode ser congênita ou provocada, em que há um descolamento da pele do peito entre os seios, criando uma ligação ou ponte entre as mamas, que ficam com aspecto “grudado”. Em alguns casos, a causa do problema pode ser a realização inadequada de uma cirurgia mamária, principalmente quando o volume escolhido das próteses é desproporcional à estrutura física do tórax da paciente.


A correção do problema deve ser feita por meio de uma cirurgia específica, que pode envolver a troca de implantes e outros procedimentos para redesenhar a curvatura das mamas.



Hormônios na adolescência


As mudanças hormonais na adolescência são fortes, tanto para meninos, quanto para meninas e, entre estas mudanças, pode ocorrer de um seio começar a crescer antes que outro, gerando seios assimétricos. Essa diferença pode diminuir à medida que os seios terminam sua fase crescimento, ou pode permanecer mais acentuada.


É importante ressaltar que diferenças no tamanho dos seios podem impactar a saúde mental de garotas adolescentes, afetando a auto-estima, o bem-estar emocional e a capacidade de interação social.


Os efeitos psico-sociais são semelhantes aos que garotas com seios excessivamente grandes sofrem, assim como garotos que sofrem de crescimento das mamas (ginecomastia).


Por isso, para as garotas que já terminaram de se desenvolver totalmente mas ainda possuem uma assimetria mamária, a correção cirúrgica pode trazer benefícios emocionais importantes.



Nódulos nas mamas


Nódulos são pequenos caroços, que aparecem com frequência na adolescência, devido às alterações hormonais e crescimento dos seios. Na grande maioria dos casos, os nódulos que aparecem na adolescência são formações benignas chamadas fibroadenomas, que não requerem cirurgia, a menos que causem grande incômodo na paciente. Podem ainda ser cistos, que podem ocorrem com mulheres de todas as idades, principalmente entre os 25-50 anos. Entretanto, é fundamental o acompanhamento com o ginecologista, a fim de elucidar as dúvidas sobre os tipos de nódulos e de ter certeza de que não necessitam de intervenção cirúrgica.



Em casos de Câncer na Mama


O surgimento de câncer na mama é uma preocupação para todas as mulheres, pois tanto pode dar sintomas no seu aparecimento (nódulos que começam a crescer na mama rapidamente, gerando desconforto, dor, coceira, secreção pelo mamilo) como serem assintomáticos em suas fases iniciais, sendo detectados apenas em exames de imagem. Portanto, o acompanhamento rotineiro com o ginecologista e mastologista é muito importante para detectar precocemente o surgimento de um nódulo suspeito nas mamas, antes mesmo de ele dar sintomas.


Em pacientes que passaram pelo câncer e tiveram que retirar parte das mamas ou ambos os seios, a reconstrução da mama é conseguida através de várias técnicas de cirurgia plástica que tentam restaurar a mama considerando-se a forma, a aparência e o tamanho após a mastectomia.


Se apenas uma mama foi afetada, somente ela pode ser reconstruída. Ademais, redução de mama, pexia ou aumento de mama podem ser recomendados para a mama oposta para melhorar a simetria de ambas as mamas.


Seja qual for o seu caso, o ideal para atingir resultados satisfatórios em qualquer mamoplastia é sempre expor suas inseguranças e dúvidas para o seu cirurgião, e juntos avaliarem as melhores alternativas disponíveis!


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Dr. Edson Missau Jr. | Cirurgião Plástico

Atendimento em Porto Alegre, Santa Maria e São Marcos (RS).


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